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domingo, 6 de março de 2011

4-Site F3P 250 ARF - 32




O 4-Site é construído em Depron 3mm cortado a laser com as superfícies de controle já instaladas e com um altamente visível esquema de cores já impresso no modelo.
Dois diferentes conjuntos de freios aerodinâmicos estão incluídos para permitir seu voo em diferentes espaços e com diferentes estilos.

  • Rígido e resistente com o mínimo de peso

  • Poucas peças para montar com alto nível de pré-fabricação

  • Desenhado para o motor E-flite Park 250 brushless outrunner

  • Inclui dois conjuntos diferentes de freios aerodinâmicos

  • Inclui patins de aterragem moldados

  • Cores vibrantes

  • Suportes e estruturas de carbono e espuma rígida


Envergadura: 32 in (823mm)
Comprimento: 37 in (940mm)
Área de asa: 397 sq in (25,5 dm2)
Peso: 6–6.5 oz (179–184 g) com bateria
Para motor: E-flite Park 250 BL outrunner 2200Kv c/ hélice 8x4
Controlador de velocidade requerido: 10A brushless ESC
Bateria recomendada: LiPo 2S 7,4V 350mAh
Tempo aprox. de montagem: 4–5 horas

Necessita para Completar:
- Transmissor de 6 canais (para mixagem e uso de dual rate)
- Micro receptor
- 3 sub-micro servos
- Motor
- ESC 10A brushless
- Hélice 8x4 Direct Drive
- Bateria e carregador

 

Garantia:

3 meses para defeitos de fabricação.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Vamos montar as derivas???












































Manual - Pastinha Piper J3
Veja mais: Zagi



Aqui começa a diversão


































































Prezado Amigo , tentaremos com essas imagens auxiliar na montagem e ajustes do seu aeromodelo.

Não se preocupe, tudo é muito simples e intuitivo.

Gostariamos de ter sempre sua opinião de como poderemos melhorar esse manual.

Sugestões e ou críticas favor enviar para .... artal@artal.com.br

Oswaldo Artal


Vamos montar as derivas???



Deriva Horizontal e sua parte móvel ( PROFUNDOR ). Deriva Vertical e sua parte móvel ( LEME ).
O corpo ( FUZELAGEM ou CHARUTO )




Olha o trio ..............Encaixe o link de arame no furo mais proximo do profundor........Fixando com parafusos no corpo




Encaixe o link de arame no furo mais proximo do leme...Transpasse pelos furos o Estabilizador Vertical....Ta ficando Bom !!!!




Observe as marcas do furo.... Fixar com os parafusos grandes..... Verifique a simetria dos angulos formados entre Derivas Horizontal / Vertical




Fixando a bequilha traseira...........A madeira é um reforço da bequilha .....Fixar com os parafusos finos e mais compridos






sexta-feira, 26 de março de 2010

8IGHT-T 2.0 4WD 1/8 Truggy Race Roller



Para quem é fâ de rally,essa é a dica.















Peso 5547 g

Tipo: Truggy Race Roller
Escala: 1/8
Comprimento: 560mm
Largura: 415,9mm
Distância entre eixos: 379 - 383mm
Peso: 3,855 kg
Chassi: Tuned Flex Technology (TFT) 2.0
Carroceria: bolha de policarbonato transparente

Necessita para completar:

- Motor .21 ou .28
- Mufla
- Rádio 2 canais com servos High-Torque
- Bateria para o receptor e carregador
- Bateria de partida
- Caixa de partida
- Combustível
- Almotolia para abastecimento
- Tinta para policabornato.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

MS Prôtos



A AEROKIT já tem em stock mais uma magnífica máquina, desta vez um helicóptero na classe 500 o magnifico MS Prôtos.

Em stock nas suas diversas versões, tais como; Nylon, Carbono, com motor, variador e pás ou apenas com motor e variador ou mesmo apenas o kit com o sem pás. Os melhores preços do mercado.  Tongue out

Não se esqueça de visitar o nosso catálogo online! Qualquer dúvida ou questão entre em contacto connosco estamos sempre disponíveis para responder e esclarecer.

http://www.aerokit.net/

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

INICIAÇÃO AO NAUTIMODELISMO

Por definição todo modelo que procure representar um navio, nave ou simplesmente um barco a remos, é considerado um modelo naval (nautimodelo). Por extensão considera-se como modelo naval todo conjunto ou peças que apresente aparência de navio ou uma instalação ou cena de tipo nautico ou marinheiro, como seja um diorama representando a vida a bordo ou uma instalação portuária, isto apenas como exemplo.

Os modelos navais são quase tão antigos como a própria humanidade. Recordemos com efeito os modelos de naves que foram encontrados nos túmulos dos faraós egípcios, se bem que ali estivessem por motivos religiosos. O próprio modelo navegável pode ser considerado como pertencente a épocas passadas, pois pensando com certa lógica, não se pode evitar pensar que algum modelo de navio caísse em mãos infantis, as quais se apressariam a colocá-lo na superfície da água ou pia ou mesmo um tanque mais próximo.

Atualmente os modelos navegáveis reduzem-se maioritariamente apenas a três usos diferentes: Simulações, Experiências, Lazer/Hobbie.

OS MODELOS DE EXPERIÊNCIAS são aqueles que se constroem para serem submetidos a uma série de provas em canais hidrodinânicos, ou instalações adequadas e cujo objetivo é adquirir conhecimento da navegação e condições marinheiras sem necessidade da construção real.

OS MODELOS DE SIMULAÇÃO são os usados em quaisquer das múltiplas ocasiões em que se precisa reproduzir um determinado momento, seja ele histórico ou não mas mesmo assim sem se chegar a posse de um navio real.

OS MODELOS DE LAZER/HOBBIE são aqueles que se constroem para pura distração/diversão e cuja finalidade é a de recrear com a sua navegação ou mesmo somente apreciá-lo, adquirindo ou aplicando na sua construção conhecimentos e técnicas que proporcionem um agradável passatempo.

Se bem que todo modelo de navio que possa flutuar por si só, sem afundar seja suscetível de ser chamado de navegável. Propriamente os navegáveis são aqueles em que se reúnem um mínimo de condições marinheiras que lhes permitem navegar sem muitos riscos em lugares adequados ao seu porte e tamanho. Assim, um modelo, para poder ser considerado como verdadeiramente navegável, deverá ser construído com materiais idôneos, com um poder de flutuação, propulsão e motorização suficiente e com forma de casco que permitam a navegação em condições de mar e vento reais, que a escala de construção não constitua risco a integridade do modelo.

Antes do aparecimento da moderna micro eletrônica, eram muito poucos os modelos navegáveis rádio controlados. O habitual eram navios navegáveis com LEME CATIVO, programado ou simplesmente com rumo livre, no que se refere a propulsão mecânica, e comandados por veleta ou aparelhos de retorno tais como a vara de madeira nos de propulsão eólica (vento). Atualmente tendo os equipamentos de rádio controle chegado a níveis de perfeição, miniaturização e baixo preço, quase ninguém pensa em construir ou possuir um nautimodelo navegável que não seja radio controlado.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cessna 182 com flutuador



* Aeromodelo rádio controlado 4 canais com estrutura em EPS (isopor industrial P3) e depron.
* Fabricado em máquina computadorizada de corte com precisão milimetrada. Seu acabamento é feito com tinta acrilica. Os detalhes coloridos são feitos com fitas adesivas coloridas (não acompanha adesivos escritos)
* Possui longarinas em fibra de vidro na extensão da asa para fins de reforços.
* Esse aeromodelo se caracteriza por ter um estilo de vôo treinador, possui ótima estabilidade em vôos lentos. Oferece uma boa capacidade acrobática e é muito fácil de pilotar.
* Seu lançamento é manual (hand launch) o que permite que você possa voar em qualquer área, não necessitando pista preparada.
* É possível adaptação de trem de pouso (não acompanha)
* A asa é removível para ter acesso ao compatimento dos eletrônicos, ela é presa na fuselagem com elásticos.
* O aeromodelo é enviado pré montado, necessitando apenas de cola quente para fixar os estabilizadores, flutuadores e linckagem.
Especificações:

Envergadura: 1 metro
Fuselagem: 75cm
Comandos: aileron, profundor, acelerador e leme
Peso: 170g sem os acessórios
C.G.: 4cm do bordo de ataque

domingo, 15 de março de 2009

Livro Manual do Aeromodelista

Adquira o único livro brasileiro sobre aeromodelismo radiocontrolado. Na forma de E-livro (para baixar da Net e imprimir em seu computador) custa apenas R$ 9,97 reais. Recebe de brinde um simulador de vôo e dezenas de plantas para você construir

O livro Manual do Aeromodelista é publicado pela Oficina Aerohobby. Essa obra já ajudou várias centenas de modelistas por todo Brasil a ingressar de uma maneira amiga e tranquila no mundo do aeromodelismo.


O livro é repleto de dicas para iniciantes de como ingressar no mundo do aeromodelismo, informações úteis para veteranos, fotografias e imagens. Na versão virtual trata de E-Book para você baixar da internet, copiar para seu computador e imprimir em sua impressora. Após o pagamento via depósito nós lhe disponibilizaremos o livro na internet para você copiar.








Na versão impressa você receberá o livro pelo Correio (prazo de 4 a 8 dias a contar da postagem), o qual será postado no dia seguinte a que seu depósito aparecer em nossa conta.




São 30 capítulos e mais de 100 ilustrações onde, entre outros temas, são examinados os diversos acessórios de aeromodelismo, regulagem de motores, construção de aeromodelos, pilotagem, manobras básicas, acrobacia, combustíveis, dicas de sites na internet, etc...











Tanto adquirindo a versão E-book como a versão impressa do Manual você terá ainda acesso a aproximadas 90 plantas de aeromodelos, algumas em formato jpg e outras em para o autocad. Disponíveis também filmagens explicativas do funcionamento do rádio transmissor/receptor e da montagem de aeromodelos. Poderá baixar o simulador de vôo FMS que poderá ser operado no teclado de seu computador. Terá ainda acesso: as principais marcas de modelismo no mundo, vista explodida de motores, acesso aos grupos Yahoo de discussão de modelismo na net brasileira, acesso a Foro de Discussão de Modelismo e a artigos diversos escritos
sobre motores e carbonização, que motor comprar (40 ou 60?), turbinas, micro turbina brasileira, frequências dos rádios, aeromodelismo a cabo, manobras de aeromodelos a cabo, vcc radiocontrolado, manobras de helicóptero, características de um projeto de aeromodelo, fresa CNC caseira, construindo asas de isopor, aeromodelo em depron, laminação de hélices, trem triciclo para convencional, bateria de partida feita em casa, cuidados com as baterias, teoria do vôo, aerodinâmica dos aeromodelos, aeromodelismo com energia solar, produtos nacionais, sincronizador para portas de trem retrátil, projetando seu aeromodelo, entelando com dope, entelagem tradicional, construindo um aeromodelo elétrico.

segunda-feira, 9 de março de 2009

INTRODUÇÃO AO AEROMODELISMO V.C.C.

Muitos aeromodelistas reconhecem na modalidade V.C.C., toda a essência do aeromodelismo, por levar ao puro conhecimento da construção e parte mecânica. Associar-se a um clube regularizado é o primeiro passo. Muitos destes clubes mantém escolas de montagem e pilotagem gratuitas para os iniciantes, só cobrando o material. Escolhendo um modelo Para iniciar no V.C.C., o modelo treinador também é recomendado. Você poderá adquiri-lo já montado ou em forma de kit. Os kits desta modalidade geralmente são bem explicativos e sua montagem não é complicada. Tendo uma boa planta e boa vontade, você mesmo poderá montar sob orientação de alguém mais experiente. Escolhendo motor Para estes treinadores e até para modelos mais avançados, o motor nacional é uma ótima pedida, pelo baixo custo, ótima qualidade de material e pouca manutenção. Um motor de .25 é o suficiente para você ter um motor por um longo tempo. Aprendendo a voar Nesta modalidade, com certeza, você terá muito mais segurança se iniciar os primeiros vôos com um instrutor. Além de iniciá-lo nos vôos, ele dará dicas de carburagem, ensinará a amaciar e ligar o motor e a fazer toda a manutenção nos seus modelos e cabos. As tonturas no início são normais e logo passam se você fixar seus olhos no modelo. O instrutor ficará segurando sua mão e irá soltá-la aos poucos, ficando próximo a você até que sinta que consegue pousar e decolar sozinho. A partir daí, com um pouco mais de treino, poderá começar a aprender manobras ovais, como loopings, wing over e oitos, sempre sobre a supervisão do instrutor. No início é normal ter pousos "forçados" e mesmo quebra de alguma parte do modelo, principalmente ao se aprender a fazer manobras. Uma boa dica é nunca se apaixonar demais pelo primeiro avião. Lembre-se que ele será seu treinador e um começo para muitas novas construções.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Dicas Úteis


E falando em tinta...




Uma solução óbvia que eu vi uma vez numa revista, e que me pareceu legal, é furar o cabo


do pincel logo acima da parte metálica que prende as cerdas.


Desse modo, ao lavar provisoriamente (quando vai ser usado logo em seguida), dá pra


passar um pino nesse furo e deixar o pincel escorrendo dentro de um vidro de solvente sem


que as cerdas fiquem apoiadas no fundo do vidro.


Um problema sério e recorrente para todos são aquelas latas de tinta que se usa com


frequencia porém em pouca quantidade. Nenhuma lata de tinta suporta ser aberta dezenas


de vezes sem se amassar, e consequentemente estragar metade da lata.


Então, resolvi identificar as tintas que eu uso com frequencia. No meu caso são elas:


- Tinta alumínio


- Tinta martelada verde escuro/cinza escuro


- Tinta asfáltica


- Primer cromato de zinco


- Zarcão


- Emborrachamento acrílico


- Hammerite branco


Uma vez identificadas, eu passei um pouco de todas elas para pequenos vidros de conserva


com mais ou menos 7 cm de diâmetro por 12 de altura. Com isso, uma lata de tinta de 1/4


de galão nunca é aberta mais de 4 vezes, de forma que fica sempre bem fechada,


aproveitando a tinta até o final.


É uma idéia simples, mas que se eu tivesse aplicado antes, não teria jogado tanta tinta


endurecida no lixo!


Esse negócio de deixar pincel de molho acaba com o pincel. Mesmo que seja


provisoriamente, durante a pintura, o melhor é deixar o pincel de molho na própria tinta,


caso contrario ele se enxarca de solvente e fica muito difícil embebe-lo de tinta novamente.


Para guardar, pincel tem que ser bem lavado com querosene ou thinner e guardado seco.


Para ter um pincel novo a cada vez que usar, faça o seguinte:


1. Seque o excedente de tinta com um pedaço de jornal apertando bem as cerdas entre o


indicador e o polegar fazendo movimentos para frente


2. despeje um pouco de solvente sobre as cerdas. O solvente precisa ser o mesmo usado na


tinta (querosene/aguarrás no caso de esmalte, thinner no caso de esmaltes de secagem


rápida ou água no caso de tinta acrílica ou látex), apenas a quantidade suficiente para


embeber as cerdas.


3. Esfregue as cerdas entre o indicador e polegar, preferencialmente usando luvas. Repita


este procedimento umas três vezes.



4. Por fim, seque as cerdas novamente com jornal. O pincel está pronto para ser guardado.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

INICIANDO O AUTOMODELISMO

PARA SUA SEGURANÇA:

  • Cuidado para o motor não estar todo acelerado ao dar partida (cuidado com as rodas)

  • O combustível é tóxico. Não ingerir. Pode provocar a morte.

  • Cuidado com o combustível nos olhos. Em contato com a córnea pode cegar. Aliás, dependendo da quantidade e tempo do contato ele cega realmente

  • Não pilote onde o público não tenha proteção



                                                                           

Idéias Gerais


O automodelismo radiocontrolado é um esporte empolgante. É fascinante a velocidade a que chegam esses pequenos carros. Alguns chegam a impressionante velocidade de 130 km/h. Enquanto que o aeromodelismo é mais contemplativo, o automodelismo é mais competitivo. A preparação do chassis, do motor, a escolha dos pneus, dos acessórios, o ajuste do carro, tudo tem por fim fazer com que o carro ande mais e, por consequência, ande na ponta. As provas são disputadas com muita emoção por parte dos participantes, competidores, mecânicos e público. Quando se pilota um automodelo a sensação que se tem é de estar pilotando um auto de verdade. Mas com uma grande vantagem: vc não corre riscos. No transmissor o piloto tem o controle do acelerador, do freio e da direção. Alguns automodelos possuem também chave de ignição no transmissor. As marchas são trocadas automaticamente. É um esporte praticado por crianças e adultos.


                                                    


Se na sua cidade ainda não existe um grupo de automodelismo - e o automodelismo é um esporte para ser praticado preferencialmente em grupo - tenha plena certeza que se você adquirir um automodelo e iniciar a pilotá-lo em um local público (tipo estacionamento de um supermercado, de um prédio público, em uma praça), em pouco tempo, vc estará acompanhado de um grupo de automodelistas.  


 


Existem Campeonatos Estaduais de Automodelismo (em alguns Estados) e há também o Campeonato Brasileiro de Automodelismo. Tanto ON quanto OFF ROAD.  Mas se você está se iniciando não se preocupe com esse tipo de coisa. Você vai se iniciar nos PEGAS,  ou seja, você e mais alguns automodelistas vão se reunir nos finais de semana em uma pista e vão realizar pequenas provas, umas mais organizadas outras menos (simples Pegas). É importante que este grupo faça a adesão a UM determinado tipo de auto. Ou seja, ou todo pessoal adere ao off road ou ao on road (recomendamos a adesão ao on road, por ser mais fácil de divulgar e por ter custos de aquisição e  manutenção menores). Aderindo ao on road sugerimos a opção pelos autos escala 1/10, motores .12 a .15. Optar pelos autos da marca Duratrax é uma excelente escolha (ler abaixo sobre esses autos que são os autos por nós recomendados). Outra grande vantagem de o grupo aderir a um modelo determinado é que as peças ficarão mais fáceis de serem encontradas, ou através de simples trocas entre os participantes ou com a adesão do lojista local àquele modelo específico.


Se sua Cidade não possui ainda um grupo de automodelistas que se reúne nos finais de semana conte com todo nosso apoio para auxiliarmos no que pudermos para a criação e organização deste grupo.


 




Modalidades e equipamentos

Os automodelos são elétricos ou a combustão. On road ou off road.

Clique aqui para conhecer a famosa pista Cebolão, localizada na cidade do Rio de Janeiro na Barra. A área foi cedida pela Prefeitura do Rio. Esses cariocas não merecem os nossos Parabéns!!!

Os automodelos elétricos são movidos a energia elétrica concentrada em um bateria. Fazem pouco barulho e sujam pouco. Esse automodelista deve ter sempre junto mais de uma bateria, pois que duram em torno de 15 minutos cada e também um carregador rápido capaz de carregar a bateria do automodelo na bateria 12 volts do automóvel.  

            



Face a nosso temperamento latino, os automodelos mais difundidos no Brasil são os movidos a combustão. Fazem barulho, soltam fumaça e costumam correr mais. São mais reais. Além do auto e do rádio, o automodelista necessita de combustível e bateria ni start (bateria de partida). O combustível é uma mistura de álcool metílico, óleo de rícino e nitrometano. É comprado pronto nas lojas de modelismo. Mas se sua cidade  não possui uma loja de modelismo dirija-se à Química mais próxima e compre 4 partes de álcool metílico e 1 parte de óleo de rícino. Misture e está pronto o combustível.  A bateria ni start é uma pequena bateria que é colocada na vela do motor para deixá-la incandescente na hora de dar a partida. Logo que o motor pega vc tira a bateria ni start da vela que  ela se mantém incandescente só com as explosões do motor.




Rádio

 

Quanto ao rádio, os dois mais usados são o os Futaba,  Hitec  e Kyosho. Ele possui acoplado no transmissor uma direção e um gatilho, com o qual se acelera e se freia.  Outras marcas não possuem peças no mercado.

 



Cada rádio possui uma determinada frequência. Existem 40 frequências diferentes destinadas ao automodelismo radiocontrolado. Ao chegar na pista vc deve indagar se alguém está com rádio da mesma frequência que a sua. Se houver alguém com a mesma frequência vcs devem se combinar: quando um pilota o outro não liga o rádio. Vc pode contornar esse problema levando sempre um par de cristais sobressalentes para a pista (é o cristal que determina a frequência, um deles vai no receptor dentro do carro e outro no transmissor). O par de cristal pode ser fácil e rapidamente trocado.

Quando vc compra um rádio, o que vc compra é um transmissor com comandos de acelerador, freio e direção, um receptor, um par de cristais e uma caixinha para colocar pilhas as quais alimentarão o receptor.  

Uma medida inteligente é em vez de utilizar pilhas comuns, é comprar uma bateria de níquel cadmio utilizada em aeromodelismo chamada "bateria do receptor" pois que essa bateria é recarregável. Compre o carregador junto.

Pois é... basicamente é isso. Para praticar automodelismo R/C vc precisa de um automodelo com motor, de um rádio, da bateria ni start e de combustível. O resto, acessórios, ferramentas, etc e tal, vem depois. Para iniciar, tudo isso é dispensável. No caso de opção pelo automodelo elétrico, em vez do combustível e da bateria ni start, vc precisará de pelo menos duas baterias e de um carregador de bateria para ser ligado na bateria do automóvel (ou vc vai se deslocar até em casa para ligar na tomada 110/220 volts toda vez que o automodelo perder a carga?!)

Em tempo, mais um detalhe, se o carro for a combustão prefira que ele venha com recoil. Não sabe o que é recoil? É uma "manivela" com a qual se puxa a cordinha para o motor pegar, parecido com aquele sistema que se utiliza para fazer pegar motor de lancha. Se ele vier sem recoil vc terá mais gastos, pois necessitará de um aparelho chamado starter (diferente de ni start que é a bateria de partida), o qual tem por função fazer o motor girar para poder dar a partida.

 



A escolha do carro

 

Somos adeptos de iniciar pelo que é barato. Mas há um mínimo. O mínimo é o Bom. Portanto, se deve iniciar por aquilo que está na faixa do Bom mais barato. Por que? Por uma razão bem simples: você pode vir a descobrir que automodelismo não é aquilo que vc imaginava e neste caso não terá tido muito gasto. Deixe para investir depois que você tiver certeza que o automodelismo é a sua praia.

 

 


Automodelo Evader BX