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sábado, 5 de novembro de 2011

Edge 540T (Castrol) Style Outdoor 85cm – Shockflyer Acrobático (01.304)



Aeromodelo Elétrico Shock Flyer Acrobático 3D. Construído com materiais de primeira linha, foam de 5mm, reforçados e travados com fibra de carbono. Acompanha trem de pouso em fibra de carbono, rodas de espuma, polainas, parede de fogo, horn's, bequilha traseira, e lincagem em fibra.



Modelo: Edge 540T
Disponibilidade: Pronta entrega
Fabricante: JL Aero
Referência/Código: 01.304
Quant. disponível: 3 Kit

 

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Cessna 182 Skylane ARF Great Planes p/ Motores 46 a 70 - MEGA PROMOÇÃO



 

Um lindo aeromodelo, rico de detalhes e uma excelente performance de vôo. Indicado para aeromodelistas apaixonados por um bom vôo escala!




Construído em balsa e compensados leves, com cowl e polainas em fibra de vidro, já pintados.

 

terça-feira, 18 de outubro de 2011

HYPERION SAMSON II 70e ARF



Modelo em escala do famoso Sansom que voou pela primeira vez em 1948. Famoso por ser um exelente avião para acrobacias manteve a mesma performance de voo em seu modelo escala produzido pela Hyperion. Construido com materiais nobres e um otimo acabamento com a facilidade de montagem característica notoria da hyperion em seus modelos ARF

Carcterísticas do modelo:
Comprimento: 1339mm (44,7”)
Envergadura: 1463mm (46,5”)
Area da asa: 76.8dm2
Peso para voo: 3.7 - 3.9 kg



Equipamento recomendado:

Motorização/Speed control:
• Hyperion S4025-14 + 6S 5000 + APC 16x10E + ATLAS 90A 6S ESC, Switching BEC
Servos: 4 x Standard (2 aileron, 1 Profundor, 1 Leme)
Sugerimos utilizar: Hitec HS-311 / HS-645 / HS-5645
Transmissor / Receptor: Minimo de 4 canais

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Hyperion Pitts Samson II from Uwe Grenda on Vimeo.
























domingo, 6 de março de 2011

4-Site F3P 250 ARF - 32




O 4-Site é construído em Depron 3mm cortado a laser com as superfícies de controle já instaladas e com um altamente visível esquema de cores já impresso no modelo.
Dois diferentes conjuntos de freios aerodinâmicos estão incluídos para permitir seu voo em diferentes espaços e com diferentes estilos.

  • Rígido e resistente com o mínimo de peso

  • Poucas peças para montar com alto nível de pré-fabricação

  • Desenhado para o motor E-flite Park 250 brushless outrunner

  • Inclui dois conjuntos diferentes de freios aerodinâmicos

  • Inclui patins de aterragem moldados

  • Cores vibrantes

  • Suportes e estruturas de carbono e espuma rígida


Envergadura: 32 in (823mm)
Comprimento: 37 in (940mm)
Área de asa: 397 sq in (25,5 dm2)
Peso: 6–6.5 oz (179–184 g) com bateria
Para motor: E-flite Park 250 BL outrunner 2200Kv c/ hélice 8x4
Controlador de velocidade requerido: 10A brushless ESC
Bateria recomendada: LiPo 2S 7,4V 350mAh
Tempo aprox. de montagem: 4–5 horas

Necessita para Completar:
- Transmissor de 6 canais (para mixagem e uso de dual rate)
- Micro receptor
- 3 sub-micro servos
- Motor
- ESC 10A brushless
- Hélice 8x4 Direct Drive
- Bateria e carregador

 

Garantia:

3 meses para defeitos de fabricação.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

PAULISTINHA P-56 - CLÁSSICO ARF PARA MOTORES 40


Características Técnicas

Modelo: PAULISTINHA P-56 ARF 48

Fabricante:The World Models

Categoria: Escala para pilotos de nível básico/intermediário

Envergadura: 1800mm

Área da asa: 698 square inch.

Comprimento: 1200mm

Faixa de motores permitida: 0.40 a 0.46 2 tempos ou 0.52 A 0.56 4 tempos

Peso total aproximado: 2500gr.

 

 

Requer p/ complementar montagem:

 

- Rádio básico ou computadorizado de no mínimo 4 canais com 5 servos

- 1 extensão tipo Y para ligação dos ailerons

- Motor 0.40 a 0.46 2 tempos ou 0.52a 0.70 4 tempos

- Cola epóxi 30 minutos

- Cola Cianoacrilato Odorless para colagem das janelas laterais

- Hélice e vela apropriada p/ o motor a ser usado

 

Sugestão de materiais para complementação:

 

- Rádio HITEC LASER 4 OU OPTIC 6

- EXTENSÃO TIPO Y HITEC DE 24 POLEGADAS (SE UTILIZAR RÁDIO BÁSICO) OU

- 3 EXTENSÕES HITEC DE 12 POLEGADAS (SE VOCÊ JÁ TEM O RÁDIO, É NECESSÁRIO MAIS UMA EXTENSÃO DE 12 POL.)

- COLA EPÓXI BOB SMITH 30 MINUTOS

- SUPER GOLD+ ODORLESS - CIANOACRILATO PARA ISOPOR 1/2OZ. (14,2GR.)

- OS MAX 52 SURPASS 4 STROKE ENGINE + hélice JXF 11 x 7
Descrição do Produto

Previsão de Chegada: Maio/2010Através de mais uma parceria de projetos com a The World Models, a Hobby Delivery desenvolveu o maior clássico da aviação brasileira, o Paulistinha P-56, o avião que foi responsável pelo treinamento da maioria dos pilotos comerciais que atuam no Brasil.

Além de contribuir para o resgate da história da aviação Brasileira, acreditamos também que este aeromodelo será o elo de ligação entre a infância de muitos modelistas que visitaram a Casa Aerobrás e deliciaram-se com a montagem do famoso PP-CAP à elástico, e a fase adulta, onde o vôo RC de alta tecnologia faz com que o hobby seja mais dinâmico e prático.

O projeto tomou como base um Paulistinha fabricado em 1946, onde suas cores e faixas estão conservadas exatamente como o avião era entregue pela fábrica. A The World Models, através da documentação de centenas de fotos e plantas do avião real, conseguiu captar em todas as suas nuances o detalhamento escala para reprodução no modelo:

- Caixa de amortecedores do trem de pouso em formato aerodinâmico

- Cowl do motor - A peça que mais valoriza o avião, pois todos os detalhes, curvas, admissão de carburador e cowl flaps(uma pequena dobra na parte de baixo do cowl) foram cuidadosamente reproduzidas

- Para-montantes intermediários de fácil instalação.

- Cores da entelagem em Creme e Vermelho reproduzem perfeitamente a cor original do avião, tal qual saia de fábrica.

Diferentemente de outras marcas, o Piper Cub 48 ARF da The Worls Models é um aeromodelo que atende muito bem aos comandos de leme nas decolagens, portanto sua tendência de perder a reta da pista é praticamente nula, ou seja, em testes feitos por nós, verificamos que o leme de direção já está atuante logo no início da corrida p/ a decolagem.As correções são reduzidas ao mínimo.

Características do conjunto:

Asa, Profundor e Leme - Os dois painéis de asa já vêm montados, entelados e são feitos de balsa estrutural. As 2 metades são unidas com cola epóxi através de uma travessa de um tubo de duralumínio, conferindo assim um conjunto extremamente resistente. São necessários 2 servos para os ailerons . Seu perfil é plano convexo, sem enflechamento e a fixação desta na fuselagem é feita por parafusos. Os montantes de asa já vem prontos e suas fixações se dão através de parafusos que rosqueiam em porcas auto cravantes já instaladas no interior das asas, ou seja, é necessário somente localizar os furos já feitos debaixo da entelagem do intradorso dos painéis de asa. Estes montantes colaboram com a resistência estrutural das asas, sendo sempre importante instalá-los para vôo. O profundor e leme também são de balsa e já vem entelados nos mesmos padrões da asa. As dobradiças de comando são metálicas e já vêm instaladas.

Fuselagem - Inteiramente de balsa com reforços em lite-ply. A entelagem fideliza a escala e existe internamente bastante espaço para instalação dos servos e acessórios complementares. A carenagem do motor, fabricada em fibra de vidro muito resistente, é pintada e envernizada com poliuretano, conferindo-lhe um acabamento muito esmerado. A grande idéia do fabricante p/ preservar o acabamento desta carenagem é que vem incluso no kit uma cópia exata da mesma feita em policarbonato transparente, uma espécie de carenagem falsa, onde você pode efetuar todos os cortes do motor com segurança e, depois de ajustada, transferir estes cortes para a carenagem pintada, sem o risco de danificar a peça. Para fixação do motor, está incluído um montante ajustável que serve para toda a faixa de motores utilizada. Vale observar que as porcas de fixação do montante já estão instaladas na parede de fogo e você pode rotacionar a posição do mesmo de acordo com o motor a ser utilizado. O trem de pouso fixo convencional é de fácil instalação

Linkagens - De nova geração, as linkagens do Paulistinha são compostas por hastes metálicas que deslizam por tubos de polipropileno, facilitando muito esta etapa da montagem, pois os arames de comando já saem nos lugares certos. Para o profundor, existem um duplicador plástico de comando fazendo com que os arames que comandam o profundor direito e esquerdo tenha exatamente a mesma amplitude. Os servos de ailerons são do tipo embutidos por dentro da asa, privilegiando o visual escala e eliminando arrastos parasitas. Os arames de comando de vôo são fixados aos braços de servo através de strapers, sistema comprovadamente à prova de vibração e não solta em vôo

Acessórios - Rodas, canopy transparente, tanque de combustível com tampa de metal e guarnição de borracha, espuma para fixação do receptor e bateria, busto de piloto, link´s com eixos de metal, varetas rosqueadas, horns ajustáveis p/ todos os comandos e parafusos diversos já estão inclusos.

Este produto é indicado para usuários a partir de 14 anos

domingo, 14 de março de 2010

Moto e helicóptero movidos a controle remoto viram atração no Arenamix

Uma moto e um helicóptero movidos a controle remoto estão chamando a atenção de motoqueiros, fornecedores e profissionais, que acertam os últimos detalhes da etapa estadual de Motocross de Três Lagoas, na manhã deste sábado, no Arenamix.

A moto - que tem até um piloto (boneco) montado - tem um motor blushess, específico para competição, acelera, faz manobras, empina e encanta os expectadores. O “brinquedinho” custa US$ 800 e foi adquirido nos EUA, pelo motoqueiro Augusto, do Motoclube “Canibais do Asfalto”, de Bauru. “Viemos prestigiar o evento e mostrar estes brinquedinhos”, comenta o motoqueiro. 

Ele explica que nos EUA existe uma categoria de Automodelismo, específica para motos movidas a controle remoto. 

Outro “brinquedinho” de Augusto, que vem deixando as pessoas de boca aberta, é um helicóptero da marca Novaquatro, de 

1,90 metros de comprimento, capaz de voar com um peso de até 15 quilos. A “máquina” está sendo usada para filmar e fotografar a etapa de Motocross de Três Lagoas. As imagens da filmadora acoplada ao helicóptero são retransmitidas para uma tela dentro de um carro. Para adquirir o equipamento é necessário desembolsar R$ 20 mil.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

MS Prôtos



A AEROKIT já tem em stock mais uma magnífica máquina, desta vez um helicóptero na classe 500 o magnifico MS Prôtos.

Em stock nas suas diversas versões, tais como; Nylon, Carbono, com motor, variador e pás ou apenas com motor e variador ou mesmo apenas o kit com o sem pás. Os melhores preços do mercado.  Tongue out

Não se esqueça de visitar o nosso catálogo online! Qualquer dúvida ou questão entre em contacto connosco estamos sempre disponíveis para responder e esclarecer.

http://www.aerokit.net/

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Dicas-Asas Altas X Asas Baixas

Há um mito de que só os aviões com asa alta (acima da fuselagem) são estáveis. Isso não é exato. O importante é que o modelo seja um TREINADOR, isto é, projetado para o vôo mais dócil. Há ótimos treinadores tanto de asa alta como de asa baixa.
Se ter asa alta fosse uma condição essencial para a estabilidade, nenhum jato de transporte moderno estaria voando. Imagine estar a bordo de um Boeing a 10 ou 11 quilômetros de altitude. O vôo é tão tranqüilo que o gelo no copo de uísque nem se mexe. Olhando para fora, mal se pode ver direito o solo. Não tanto por causa das nuvens, mas porque a asa atrapalha a visão.
Em 99% dos aviões de transporte modernos, a asa é colocada embaixo da fuselagem. Todos são estáveis. Outro exemplo: quem vai a um aeroclube para aprender a pilotar aviões de verdade tem grande probabilidade de voar num Uirapuru ou num Pipper Corisco, treinadores de asa baixa. Então, de onde vem essa estória de que os aeromodelos RC de treinamento devem ter obrigatoriamente asa alta? Devem? Muitos instrutores acreditam que essa opção oferece maior segurança, mas há quem aconselhe os novatos a também pilotar modelos de asa baixa. Existem treinadores de asa alta tão estáveis que, para fazer uma curva, é necessário coordenação do tipo "pé e mão", numa referência aos comandos de um avião de verdade - ou seja, usar ao mesmo tempo o leme (comandado pelos pés do piloto num avião verdadeiro) e os ailerons (comandados pelas mãos). A coordenação "pé e mão" por vezes é muito complicada para um novato.
Num avião de treinamento com asa baixa, a proximidade do plano de sustentação em relação ao CG faz com que ele seja mais dócil ao entrar em curvas. Isso evita que o aluno se acostume com excessos de comando no início do aprendizado. Em outras palavras, o aprendiz nota mais rapidamente que não é necessária grande deflexão do stick (alavanca de comando) do transmissor de rádio para que o modelo entre em curva. Outro mito a ser desfeito é o da velocidade.
Muita gente acredita que os aviões de asa alta só podem voar lentamente, enquanto os de asa baixa são rápidos. Alguns exemplos reais desmancham o engano: os jatos F-14, F-15 e Jaguar são todos supersônicos de asa alta (mais precisamente chamados de "shoulder wing", expressão que significa "asa nos ombros", como se o canopy fosse a "cabeça", a fuselagem fosse o "tronco" e a asa estivesse nos "ombros" do avião). Ao contrário, o jato A-10 (norte-americano) e o turboélice Pucará (argentino), ambos de asa baixa, são aviões lentos de ataque ao solo. Por essas razões, ao ingressar no aeromodelismo, o novato deve consultar pilotos mais experientes para conhecer treinadores tanto de asa alta como de asa baixa e escolher aquele com o qual voe mais comodamente.
Há treinadores de asa baixa muito fáceis de pilotar. Não se pretende propor aqui que o novato se converta num fanático dos aviões de asa baixa. É preciso, porém, experimentar algo além dos tradicionais modelos de asa alta. No aeromodelismo, tabus também atrapalham. Mas tenha o cuidado de não se deixar impressionar só pela aparência do avião.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Aviões

O avião tem várias partes que, em conjunto, fornecem sustentação e controle. A forma como o avião vai voar depende do equilíbrio destas partes e da forma como elas irão interagir com o ar.

Asas


A função da asa é dar sustentação ao avião e mantê-lo no ar. Para isto ela se vale de sua curvatura, que força o ar a fazer uma curva para acompanhá-la e assim gera sustentação.


O formato desta curva é chamado perfil da asa, que geralmente recebe o nome ou iniciais do autor e um número ou letra indicando a série do perfil. Criar ou escolher perfis é objeto de estudos de especialistas em aerodinâmica, mas para nosso uso escolher um com características que sejam compatíveis com o aeromodelo é o suficiente.

Se você nunca fez um aeromodelo e quer montar seu primeiro para servir como treinador, um perfil Clark-Y é bastante adequado. Ele é fácil de fazer, e por não ter um planeio dos melhores facilita o pouso, que pode ser feito em uma distância menor.

Com o tempo você desejará fazer modelos melhores, mais velozes, com mais planeio, para isto alguns perfis recomendados para as aplicações mais comuns:

  • Treinador: Clark-Y, DavisM;

  • Planador: MH42, MH32, S3021, S4083, AG35;

  • Pylon racer: MH32;

  • Asa voadora: MH45 (mais lenta), MH64 (mais rápida);

  • Acrobático: NACA0009.


Hélice ou turbina


A propulsão do avião serve para mantê-lo em uma velocidade em que a asa possa dar sustentação. Isto significa que mesmo com o motor desligado o avião continuará voando, mas não conseguirá manter a mesma velocidade e altura.

Em modelos asa alta com motor na frente (Piper J3, Cessna 172, etc.), é recomendado que o eixo do motor aponte ligeiramente para baixo, cerca de 3 graus. Esta inclinação se chama "downthrust" e tem duas utilizades:

  • Ao voar em velocidade muito baixa, deixa o ângulo da hélice alinhado com a direção do movimento, evitando que a hélice crie tendência a girar o modelo;

  • Ao acelerar, evita que o nariz do avião suba muito repentinamente, o que poderia causar um stall caso o piloto não corriga com o profundor.


As principais características da propulsão que interessam para saber como o modelo se comporta em vôo são o empuxo estático (medido em gramas) e a velocidade de passo, ou pitch-speed, medida em m/s ou km/h.

Para modelos a hélice, geralmente para um bom vôo em treinador recomenda-se empuxo estático de 60% a 100% do peso do modelo.

Não adianta colocar um motor ou redução que consiga este empuxo com uma hélice muito grande, porque neste caso a velocidade pode ser muito baixa, fazendo com que abaixo de uma velocidade segura a hélice já não consiga mais acelerar o avião. Imagine entrar em uma via expressa com um carro só com a primeira marcha, por mais que se acelere o motor nunca dará conta de fazê-lo chegar a uma velocidade segura.

Estabilizador horizontal e vertical


Uma flecha se mantêm em vôo reto devido às aletas em sua cauda. O avião funciona da mesma forma. Por isto, as superfícies de cauda são projetadas para ficar perpendiculares à direção do vôo.

Estabilizador horizontal é a parte horizontal da cauda. Sua função é manter o avião em vôo nivelado, sem subir ou descer. Uma asa sozinha tende a ficar girando enquanto se movimenta, e o estabilizador anula este efeito.

Para um avião de treinamento ou escala geralmente a área do estabilizador horizontal é de 20% a 25% da área da asa. Para modelos acrobáticos ou fun-fly esta área é maior, para permitir maior agilidade nos comandos.

O estabilizador vertical é a parte vertical da cauda. Como as forças a equilibrar são menores, geralmente sua área é de cerca de 33% a 50% do estabilizador vertical.

Profundor


O profundor é a parte móvel do estabilizador horizontal. Quando se puxa o stick direito do controle (movimento de cabrar), o profundor sobe, fazendo o ar subir quando passa por ele, e fazendo a cauda descer. Quando se empurra o stick (movimento de picar) ocorre o oposto, levantando a cauda.

Leme


O leme é a parte móvel do estabilizador vertical, funciona como o leme de um barco. As curvas podem ser feitas só com o leme, com leme e ailerons ou somente com ailerons. O uso de apenas um destes comandos torna a curva meio arrastada, e se fosse um avião de passageiros causaria desconforto, mas para aeromodelos é o suficiente.

Ailerons


Ailerons são superfícies de controle que ficam no bordo de fuga da asa, geralmente nas extremidades. Quando um aileron sobe, o outro desce, e seu movimento faz o avião girar para a esquerda ou para a direita. Se a asa tiver diedro ou poliedro não é obrigatório ter ailerons, pois ela tenderá a se manter na horizontal em vôo reto ou inclinar para dentro da curva quando se usa o leme.

Os ailerons não são uma extensão da asa, mas um corte com dobradiça, de forma a manter o perfil.

Aeromodelos de asa reta ou acrobáticos obrigatoriamente usam ailerons.

Centro de gravidade




O centro de gravidade (CG) é o ponto de equilíbrio do avião. A força da gravidade é exercido de forma uniforme, mas o centro desta força fica no CG. Para manter um vôo estável e controlável cada avião tem uma faixa de posições possíveis para o CG.

Modelos de treinamento, geralmente têm esta medida localizada no primeiro terço da asa (entre 25% e 35%). Como a sustentação é exercida atrás desta posição, desta forma se o avião perder velocidade, tenderá a descer. Se ganhar velocidade, tenderá a subir. Depois de ajustado geralmente um na velocidade de cruzeiro vai voar estável sem subir ou descer, isto permite ao iniciante um vôo mais tranquilo e sem sustos.

Ângulo de incidência da asa


Em aviões escala ou treinadores a asa geralmente não fica paralela ao solo. Para gerar sustentação, ela precisa ter o bordo de ataque ligeiramente acima do bordo de fuga.

O ângulo de incidência tem muito a ver com a finalidade do modelo, perfil de asa, carga alar e velocidade de cruzeiro, mas para a maioria dos modelos um ângulo em torno de 2 a 3 graus é o suficiente.

Para um perfil Clark-Y (treinador), uma forma simples de dar uma incidência adequada é alinhar o intradorso (parte de baixo) da asa com o profundor.

Aviões acrobáticos geralmente têm ângulo de incidência zero, portanto voam sempre com o nariz ligeiramente para cima. Isto permite um vôo de dorso mais fácil.

Proporções gerais


Para que um avião seja estável e voe bem normalmente ele segue um conjunto de proporções aproximadas. Nem sempre é obrigatório seguí-las à risca para que o projeto seja bem-sucedido, mas serve como um guia geral.

Comprimento: o comprimento de um avião normalmente fica entre 70% e 100% da envergadura. Menos do que isto e as asas parecerão exageradamente grandes, mais do que isto geralmente a fuselagem fica pesada demais.

Corda da asa: é possível fazer modelos minúsculos, mas não errar muito na construção do primeiro treinador e não criar algo muito arisco, um bom ponto de partida é que a corda não seja menor do que 15cm.

Distância entre asa e cauda: Para ser estável e suave nos comandos é sempre bom que a distância entre o bordo de fuga da asa e o bordo de ataque do estabilizador seja de no mínimo 1,5 vezes a corda da asa. Isto ajuda a cauda a exercer sua função de manter a trajetória reta.

Alongamento (proporção entre envergadura e corda): Embora aviões grandes tenham muitas vezes envergadura de 10 vezes a corda (comerciais e leves) ou até 30 vezes a corda (planadores de alto desempenho), para aeromodelos é difícil estruturar uma asa tão longa e estreita. Como regra geral, para treinadores um alongamento em torno de 5 a 7 vai bem (isto é, envergadura de aproximadamente 5 vezes a 7 vezes a corda). Para planaadores, pode ser um pouco maior, diminuindo-se a corda próximo às pontas para diminuir o arrasto.

Ao lado está um exemplo de um avião que por tanto em escala cheia quanto como aeromodelo costuma ser um bom treinador, o Cessna 172.

Supondo uma envergadura no modelo de 1,2m, o comprimento fica em 90cm (75% da envergadura), a corda na raiz é de 18cm, na ponta é de 13cm.

A área do estabilizador fica em 391cm², o que dá 22% da área da asa que é de 1782cm², uma boa proporção.

Adicionalmente, a distância entre o bordo de fuga da asa e o bordo de ataque do estabilizador é de generosos 31cm, o que dá 1,7 vezes a corda na raiz da asa, um ótimo valor.

Para cálculo de carga alar usamos geralmente decímetros quadrados, o que no caso da asa dá 17,82dm². Supondo que o peso final fique em 440g (o que não é difícil de se obter em um modelo deste tamanho), a carga alar ficaria em 24,7g/dm², o que não chega a ser um slowfly, mas é uma ótima carga alar para um treinador deste tamanho.