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sábado, 8 de janeiro de 2011

AVIÂO

O avião tem várias partes que, em conjunto, fornecem sustentação e controle. A forma como o avião vai voar depende do equilíbrio destas partes e da forma como elas irão interagir com o ar.

Asa


A função da asa é dar sustentação ao avião e mantê-lo no ar. Para isto ela se vale de sua curvatura, que força o ar a fazer uma curva para acompanhá-la e assim gera sustentação.

Se você nunca fez um aeromodelo e quer montar seu primeiro para servir como treinador, um perfil Clark-Y é bastante adequado. Ele é fácil de fazer, e por não ter um planeio dos melhores facilita o pouso, que pode ser feito em uma distância menor.

Com o tempo você desejará fazer modelos melhores, mais velozes, com mais planeio, para isto alguns perfis recomendados para as aplicações mais comuns:
  • Treinador: Clark-Y, DavisM;

  • Planador: MH42, MH32, S3021, S4083, AG35;

  • Pylon racer: MH32;

  • Asa voadora: MH45 (mais lenta), MH64 (mais rápida);

  • Acrobático: NACA0009.

  • Hélice ou turbina


    A propulsão do avião serve para mantê-lo em uma velocidade em que a asa possa dar sustentação. Isto significa que mesmo com o motor desligado o avião continuará voando, mas não conseguirá manter a mesma velocidade e altura.

    Em modelos asa alta com motor na frente (Piper J3, Cessna 172, etc.), é recomendado que o eixo do motor aponte ligeiramente para baixo, cerca de 3 graus. Esta inclinação se chama "downthrust" e tem duas utilizades:
  • Ao voar em velocidade muito baixa, deixa o ângulo da hélice alinhado com a direção do movimento, evitando que a hélice crie tendência a girar o modelo;

  • Ao acelerar, evita que o nariz do avião suba muito repentinamente, o que poderia causar um stall caso o piloto não corriga com o profundor.

  •  

    As principais características da propulsão que interessam para saber como o modelo se comporta em vôo são o empuxo estático (medido em gramas) e a velocidade de passo, ou pitch-speed, medida em m/s ou km/h.

    Para modelos a hélice, geralmente para um bom vôo em treinador recomenda-se empuxo estático de 60% a 100% do peso do modelo.

    Não adianta colocar um motor ou redução que consiga este empuxo com uma hélice muito grande, porque neste caso a velocidade pode ser muito baixa, fazendo com que abaixo de uma velocidade segura a hélice já não consiga mais acelerar o avião. Imagine entrar em uma via expressa com um carro só com a primeira marcha, por mais que se acelere o motor nunca dará conta de fazê-lo chegar a uma velocidade segura.

    quinta-feira, 12 de agosto de 2010

    INCIANDO NO AEROMODELISMO

    Este guia tem a finalidade de ajudar aqueles que pretendem iniciar no aermodelismo, porém contar com a ajuda de alguém que já pratique o esporte/ciência será de extrema importância.

    O sonho de voar sempre esteve presente em nossas mentes desde quando o mundo é mundo. Muitos homens tidos como malucos tentaram com muito custo voar.... Até que conseguiram inventar o famoso avião. O aeromodelismo permite voar com os pés no chão e qual de nós nunca sonhou quando garoto em ter um aeromodelo ?

    Neste artigo pretendo explicar o máximo possível sobre estes pequenos notáveis, um aeromodelo nada mais é que um avião em escala reduzida.,possui os mesmos comandos básicos e utiliza basicamente os mesmos princípios de aerodinâmica. Praticar este esporte ciência pode ser muito gratificante.

    Tentar iniciar no hobby sozinho é sinônimo de quebra (ou "lenha" como se diz na gíria) e prejuízo, portanto pedir ajuda aos mais experientes, visitar clubes, enfim procurar se informar ao máximo é primordial para se ter um início tranquilo e sem frustrações. Não existe uma idade mínima para se iniciar no hobby, com a ajuda de um adulto, uma criança de 10 anos está apta ao aprendizado que varia em tempo de uma pessoa para outra. Crianças geralmente aprendem mais rápido. Um adulto leva em média dois meses (voando aos finais de semana) para decolar, voar e pousar sozinho o seu aeromodelo com segurança.

    Um aeromodelo não pode ser tratado como brinquedo. Por isso o aeromodelismo deve ser praticado em locais próprios ou em locais que não tenham muitos obstáculos, como postes, árvores e torres de alta tensão, e longe da cidade para se evitar qualquer tipo de acidente.

    A escolha do Modelo

    A escolha do aeromodelo também é fundamental para um bom aprendizado.

    O modelo mais indicado para um iniciante no aeromodelismo rádio controlado são aqueles com comandos proporcionais, ou seja, tem suas superfícies de comando (profundor, leme, etc) movidas por pequenos motores elétricos chamados Servos, qualquer modelo que voe sem comando proporcional será extremamente difícil de controlar. Também recomendo que se voa em primeiro lugar um modelo asa alta (com a asa sobre a fuselagem) pos geralmente são mais fáceis de controlar.

    Servo e como são instalados em um aeromodelo:

    O modelo para iniciantes tem como principais características vôo estável e fácil de pilotar, ou seja, bastante dócil nos comandos. Nestas características se encaixam os modelos Asa Alta e os Planadores.

    Os aeromodelos de asa alta ou mesmo os planadores normalmente são mais lentos, têm um maior planeio e seus comandos são mais suaves. Existem muitos modelos de vários fabricantes, tanto nacionais quanto importados, com essas características. Esses modelos podem ser construídos em fibra ou madeira balsa ou DEPROM, e podem ser Glow ou elétricos.

    Um aeromodelo básico terá 4 canais de comando:

    - Profundor - Responsável por fazer o modelo subir ou descer.

    - Leme - Responsável por ajudar nas curvas

    - Aileron - Responsável por manter a estabilidade das asas

    - Aceleração - Controla a aceleração do motor.

    Entretanto é possível voar um planador com apenas dois canais (profundor e leme) ou mesmo um avião com três canais (leme, profundor e aceleração)

    Mas vamos ao que realmente importa vamos conhecer alguns tipos de modelo quanto à propulsão:

    - Sem propulsão - Planadores - São modelos com três ou quatro canais de comando, alguns podem ter pequenos motores glow ou elétricos instalados. Há uma vasta diversidade de modelos disponíveis no mercado. Devido ao baixo custo e a grande habilidade de controle que se adquire voando estes tipos de modelo, são altamente recomendáveis para iniciantes. Em alguns planadores também é possível a adaptação de pequenos motores.

    - Propulsão a Elástico -  São de vôo livre, sendo assim não possuindo nenhum tipo de controle, são os mais baratos de se montar e os mais indicados para quem quer começar construindo seu próprio modelo, pois permitem  aos iniciantes conhecer as técnicas de construção de aeromodelos. Recentemente muitos aeromodelistas têm instalado equipamentos de rádio controle nestes pequenos modelos, transformando-os em excelentes aeromodelos escala elétricos.

    - Propulsão Glow (combustão) - Uma das modalidades mais praticadas pelos aeromodelistas, dentro desta categoria se encaixam modelos Acrobáticos, Escala, e Treinadores. Os motores se classificam por  polegada cúbica e são movidos por uma mistura de Metanol, Óleo e Nitrometano,  os motores mais indicados para os iniciantes são os motores .40 ou .46 Pol Cúbicas. Geralmente são modelos grandes e necessitam de bastante espaço para voar, ou seja, precisam de uma pista para pousos e decolagens, sendo então necessária uma certa infraestrutura  básica para tal.

    - Propulsão Elétrico - Não perde em nada para os modelos Glow, a duração de vôo e os comandos são exatamente iguais, sendo sua única diferença a motorização e o tamanho. Ë uma categoria bastante indicada para iniciantes, pois permite construir modelos por até a metade do preço do que se gastaria para construir um modelo Glow. Também permite a adaptação de outros modelos, como os movidos a elástico, por exemplo, sendo assim possível construir modelos escala por preço bem reduzido. Uma outra vantagem dos elétricos devido ao seu tamanho reduzido é que podem ser voados em pequenos espaços, como quadras cobertas, ou descampados, sendo assim não necessitam de toda a estrutura que os modelos Glow necessitam.

    Existem muitos prós em contras dentre todas estas categorias e subcategorias que envolvem cada uma delas. Cada modelista escolhe aquela da qual se sente mais confortável.

    Qualquer categoria de modelismo envolve riscos, um aeromodelo descontrolado pode provocar um acidente muito grave, portanto é extremamente recomendável que se comece indo a algum clube para fazer amizades, pois em um clube é provável que  você encontre um bom aeromodelista disposto a ajudar sem cobrar nada, muitos até ensinam a voar sem cobrar um centavo ! Procurar se informar é sempre a escolha certa !

    Espero que meu Guia o tenha ajudado de alguma forma, sempre estarei a sua disposição para esclarecer suas dúvidas através do suporte ao cliente de nosso E-shop.

    Aeroabraços e Bons Vôos !

    terça-feira, 12 de maio de 2009

    É possível só com leme, aceleração progressiva e profundor fixo pra cima (SUBIR) um aeromodelo de depron voar?

    Eu fiz uma aermodelo a partir da fuselagem, asas, bateria e um dos motores de um avião SeaGull bimotor 2canais, e do rádio, receptor e motor de cauda de um helicoptero 3 ch. >>Instalei um dos motores que ficavam na asa, no bico do aeromodelo. >>Peguei o motor de cauda do heli., fiz um "servo caseiro" e instalei no leme. >>Dobrei e colei o profundor para cima (fixo p/ subir). Será que tem como voar desse jeito, Utilizando apenas aceleração progressiva, controle de Leme e profundor fixo??? Pra poder funcionar, tenho que concentrar o peso atras da asa pra ele poder subir ou só com o profundor fixo ele poderá subir??? Só lembrando o aeromodelo que utilizei foi um bimotor asas de depron, fuselagem de plastico ou fibra bem leve e o "servo caseiro" coloquei na parte externa da fuselagem e liguei ao Leme utilizando linha de anzol fina e resistente!!!! Preciso fazer mais alguma coisa, ou esqueci de algum detalhe?!!! Agurado resposta, pois quero testar essa invenção! rsrsrs
    sim é possivel!!! inclusive sem o leme!!!! acredite se quiser, mais ja vi funcionar com tudo fixo só a aceleração variavel em dois motores, funcionava bem!!! controlando a tendencia voava até acabar a bateria!!!

    domingo, 8 de fevereiro de 2009

    Aviões

    O avião tem várias partes que, em conjunto, fornecem sustentação e controle. A forma como o avião vai voar depende do equilíbrio destas partes e da forma como elas irão interagir com o ar.

    Asas


    A função da asa é dar sustentação ao avião e mantê-lo no ar. Para isto ela se vale de sua curvatura, que força o ar a fazer uma curva para acompanhá-la e assim gera sustentação.


    O formato desta curva é chamado perfil da asa, que geralmente recebe o nome ou iniciais do autor e um número ou letra indicando a série do perfil. Criar ou escolher perfis é objeto de estudos de especialistas em aerodinâmica, mas para nosso uso escolher um com características que sejam compatíveis com o aeromodelo é o suficiente.

    Se você nunca fez um aeromodelo e quer montar seu primeiro para servir como treinador, um perfil Clark-Y é bastante adequado. Ele é fácil de fazer, e por não ter um planeio dos melhores facilita o pouso, que pode ser feito em uma distância menor.

    Com o tempo você desejará fazer modelos melhores, mais velozes, com mais planeio, para isto alguns perfis recomendados para as aplicações mais comuns:

    • Treinador: Clark-Y, DavisM;

    • Planador: MH42, MH32, S3021, S4083, AG35;

    • Pylon racer: MH32;

    • Asa voadora: MH45 (mais lenta), MH64 (mais rápida);

    • Acrobático: NACA0009.


    Hélice ou turbina


    A propulsão do avião serve para mantê-lo em uma velocidade em que a asa possa dar sustentação. Isto significa que mesmo com o motor desligado o avião continuará voando, mas não conseguirá manter a mesma velocidade e altura.

    Em modelos asa alta com motor na frente (Piper J3, Cessna 172, etc.), é recomendado que o eixo do motor aponte ligeiramente para baixo, cerca de 3 graus. Esta inclinação se chama "downthrust" e tem duas utilizades:

    • Ao voar em velocidade muito baixa, deixa o ângulo da hélice alinhado com a direção do movimento, evitando que a hélice crie tendência a girar o modelo;

    • Ao acelerar, evita que o nariz do avião suba muito repentinamente, o que poderia causar um stall caso o piloto não corriga com o profundor.


    As principais características da propulsão que interessam para saber como o modelo se comporta em vôo são o empuxo estático (medido em gramas) e a velocidade de passo, ou pitch-speed, medida em m/s ou km/h.

    Para modelos a hélice, geralmente para um bom vôo em treinador recomenda-se empuxo estático de 60% a 100% do peso do modelo.

    Não adianta colocar um motor ou redução que consiga este empuxo com uma hélice muito grande, porque neste caso a velocidade pode ser muito baixa, fazendo com que abaixo de uma velocidade segura a hélice já não consiga mais acelerar o avião. Imagine entrar em uma via expressa com um carro só com a primeira marcha, por mais que se acelere o motor nunca dará conta de fazê-lo chegar a uma velocidade segura.

    Estabilizador horizontal e vertical


    Uma flecha se mantêm em vôo reto devido às aletas em sua cauda. O avião funciona da mesma forma. Por isto, as superfícies de cauda são projetadas para ficar perpendiculares à direção do vôo.

    Estabilizador horizontal é a parte horizontal da cauda. Sua função é manter o avião em vôo nivelado, sem subir ou descer. Uma asa sozinha tende a ficar girando enquanto se movimenta, e o estabilizador anula este efeito.

    Para um avião de treinamento ou escala geralmente a área do estabilizador horizontal é de 20% a 25% da área da asa. Para modelos acrobáticos ou fun-fly esta área é maior, para permitir maior agilidade nos comandos.

    O estabilizador vertical é a parte vertical da cauda. Como as forças a equilibrar são menores, geralmente sua área é de cerca de 33% a 50% do estabilizador vertical.

    Profundor


    O profundor é a parte móvel do estabilizador horizontal. Quando se puxa o stick direito do controle (movimento de cabrar), o profundor sobe, fazendo o ar subir quando passa por ele, e fazendo a cauda descer. Quando se empurra o stick (movimento de picar) ocorre o oposto, levantando a cauda.

    Leme


    O leme é a parte móvel do estabilizador vertical, funciona como o leme de um barco. As curvas podem ser feitas só com o leme, com leme e ailerons ou somente com ailerons. O uso de apenas um destes comandos torna a curva meio arrastada, e se fosse um avião de passageiros causaria desconforto, mas para aeromodelos é o suficiente.

    Ailerons


    Ailerons são superfícies de controle que ficam no bordo de fuga da asa, geralmente nas extremidades. Quando um aileron sobe, o outro desce, e seu movimento faz o avião girar para a esquerda ou para a direita. Se a asa tiver diedro ou poliedro não é obrigatório ter ailerons, pois ela tenderá a se manter na horizontal em vôo reto ou inclinar para dentro da curva quando se usa o leme.

    Os ailerons não são uma extensão da asa, mas um corte com dobradiça, de forma a manter o perfil.

    Aeromodelos de asa reta ou acrobáticos obrigatoriamente usam ailerons.

    Centro de gravidade




    O centro de gravidade (CG) é o ponto de equilíbrio do avião. A força da gravidade é exercido de forma uniforme, mas o centro desta força fica no CG. Para manter um vôo estável e controlável cada avião tem uma faixa de posições possíveis para o CG.

    Modelos de treinamento, geralmente têm esta medida localizada no primeiro terço da asa (entre 25% e 35%). Como a sustentação é exercida atrás desta posição, desta forma se o avião perder velocidade, tenderá a descer. Se ganhar velocidade, tenderá a subir. Depois de ajustado geralmente um na velocidade de cruzeiro vai voar estável sem subir ou descer, isto permite ao iniciante um vôo mais tranquilo e sem sustos.

    Ângulo de incidência da asa


    Em aviões escala ou treinadores a asa geralmente não fica paralela ao solo. Para gerar sustentação, ela precisa ter o bordo de ataque ligeiramente acima do bordo de fuga.

    O ângulo de incidência tem muito a ver com a finalidade do modelo, perfil de asa, carga alar e velocidade de cruzeiro, mas para a maioria dos modelos um ângulo em torno de 2 a 3 graus é o suficiente.

    Para um perfil Clark-Y (treinador), uma forma simples de dar uma incidência adequada é alinhar o intradorso (parte de baixo) da asa com o profundor.

    Aviões acrobáticos geralmente têm ângulo de incidência zero, portanto voam sempre com o nariz ligeiramente para cima. Isto permite um vôo de dorso mais fácil.

    Proporções gerais


    Para que um avião seja estável e voe bem normalmente ele segue um conjunto de proporções aproximadas. Nem sempre é obrigatório seguí-las à risca para que o projeto seja bem-sucedido, mas serve como um guia geral.

    Comprimento: o comprimento de um avião normalmente fica entre 70% e 100% da envergadura. Menos do que isto e as asas parecerão exageradamente grandes, mais do que isto geralmente a fuselagem fica pesada demais.

    Corda da asa: é possível fazer modelos minúsculos, mas não errar muito na construção do primeiro treinador e não criar algo muito arisco, um bom ponto de partida é que a corda não seja menor do que 15cm.

    Distância entre asa e cauda: Para ser estável e suave nos comandos é sempre bom que a distância entre o bordo de fuga da asa e o bordo de ataque do estabilizador seja de no mínimo 1,5 vezes a corda da asa. Isto ajuda a cauda a exercer sua função de manter a trajetória reta.

    Alongamento (proporção entre envergadura e corda): Embora aviões grandes tenham muitas vezes envergadura de 10 vezes a corda (comerciais e leves) ou até 30 vezes a corda (planadores de alto desempenho), para aeromodelos é difícil estruturar uma asa tão longa e estreita. Como regra geral, para treinadores um alongamento em torno de 5 a 7 vai bem (isto é, envergadura de aproximadamente 5 vezes a 7 vezes a corda). Para planaadores, pode ser um pouco maior, diminuindo-se a corda próximo às pontas para diminuir o arrasto.

    Ao lado está um exemplo de um avião que por tanto em escala cheia quanto como aeromodelo costuma ser um bom treinador, o Cessna 172.

    Supondo uma envergadura no modelo de 1,2m, o comprimento fica em 90cm (75% da envergadura), a corda na raiz é de 18cm, na ponta é de 13cm.

    A área do estabilizador fica em 391cm², o que dá 22% da área da asa que é de 1782cm², uma boa proporção.

    Adicionalmente, a distância entre o bordo de fuga da asa e o bordo de ataque do estabilizador é de generosos 31cm, o que dá 1,7 vezes a corda na raiz da asa, um ótimo valor.

    Para cálculo de carga alar usamos geralmente decímetros quadrados, o que no caso da asa dá 17,82dm². Supondo que o peso final fique em 440g (o que não é difícil de se obter em um modelo deste tamanho), a carga alar ficaria em 24,7g/dm², o que não chega a ser um slowfly, mas é uma ótima carga alar para um treinador deste tamanho.