domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Edge 540T (Castrol) Style Outdoor 85cm – Shockflyer Acrobático (01.304)
Aeromodelo Elétrico Shock Flyer Acrobático 3D. Construído com materiais de primeira linha, foam de 5mm, reforçados e travados com fibra de carbono. Acompanha trem de pouso em fibra de carbono, rodas de espuma, polainas, parede de fogo, horn's, bequilha traseira, e lincagem em fibra.
Modelo: Edge 540T
Disponibilidade: Pronta entrega
Fabricante: JL Aero
Referência/Código: 01.304
Quant. disponível: 3 Kit
terça-feira, 25 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
PAULISTINHA P-56 - CLÁSSICO ARF PARA MOTORES 40
Modelo: PAULISTINHA P-56 ARF 48
Fabricante:The World Models
Categoria: Escala para pilotos de nível básico/intermediário
Envergadura: 1800mm
Área da asa: 698 square inch.
Comprimento: 1200mm
Faixa de motores permitida: 0.40 a 0.46 2 tempos ou 0.52 A 0.56 4 tempos
Peso total aproximado: 2500gr.
Requer p/ complementar montagem:
- Rádio básico ou computadorizado de no mínimo 4 canais com 5 servos
- 1 extensão tipo Y para ligação dos ailerons
- Motor 0.40 a 0.46 2 tempos ou 0.52a 0.70 4 tempos
- Cola epóxi 30 minutos
- Cola Cianoacrilato Odorless para colagem das janelas laterais
- Hélice e vela apropriada p/ o motor a ser usado
Sugestão de materiais para complementação:
- Rádio HITEC LASER 4 OU OPTIC 6
- EXTENSÃO TIPO Y HITEC DE 24 POLEGADAS (SE UTILIZAR RÁDIO BÁSICO) OU
- 3 EXTENSÕES HITEC DE 12 POLEGADAS (SE VOCÊ JÁ TEM O RÁDIO, É NECESSÁRIO MAIS UMA EXTENSÃO DE 12 POL.)
- COLA EPÓXI BOB SMITH 30 MINUTOS
- SUPER GOLD+ ODORLESS - CIANOACRILATO PARA ISOPOR 1/2OZ. (14,2GR.)
- OS MAX 52 SURPASS 4 STROKE ENGINE + hélice JXF 11 x 7
Além de contribuir para o resgate da história da aviação Brasileira, acreditamos também que este aeromodelo será o elo de ligação entre a infância de muitos modelistas que visitaram a Casa Aerobrás e deliciaram-se com a montagem do famoso PP-CAP à elástico, e a fase adulta, onde o vôo RC de alta tecnologia faz com que o hobby seja mais dinâmico e prático.
O projeto tomou como base um Paulistinha fabricado em 1946, onde suas cores e faixas estão conservadas exatamente como o avião era entregue pela fábrica. A The World Models, através da documentação de centenas de fotos e plantas do avião real, conseguiu captar em todas as suas nuances o detalhamento escala para reprodução no modelo:
- Caixa de amortecedores do trem de pouso em formato aerodinâmico
- Cowl do motor - A peça que mais valoriza o avião, pois todos os detalhes, curvas, admissão de carburador e cowl flaps(uma pequena dobra na parte de baixo do cowl) foram cuidadosamente reproduzidas
- Para-montantes intermediários de fácil instalação.
- Cores da entelagem em Creme e Vermelho reproduzem perfeitamente a cor original do avião, tal qual saia de fábrica.
Diferentemente de outras marcas, o Piper Cub 48 ARF da The Worls Models é um aeromodelo que atende muito bem aos comandos de leme nas decolagens, portanto sua tendência de perder a reta da pista é praticamente nula, ou seja, em testes feitos por nós, verificamos que o leme de direção já está atuante logo no início da corrida p/ a decolagem.As correções são reduzidas ao mínimo.
Características do conjunto:
Asa, Profundor e Leme - Os dois painéis de asa já vêm montados, entelados e são feitos de balsa estrutural. As 2 metades são unidas com cola epóxi através de uma travessa de um tubo de duralumínio, conferindo assim um conjunto extremamente resistente. São necessários 2 servos para os ailerons . Seu perfil é plano convexo, sem enflechamento e a fixação desta na fuselagem é feita por parafusos. Os montantes de asa já vem prontos e suas fixações se dão através de parafusos que rosqueiam em porcas auto cravantes já instaladas no interior das asas, ou seja, é necessário somente localizar os furos já feitos debaixo da entelagem do intradorso dos painéis de asa. Estes montantes colaboram com a resistência estrutural das asas, sendo sempre importante instalá-los para vôo. O profundor e leme também são de balsa e já vem entelados nos mesmos padrões da asa. As dobradiças de comando são metálicas e já vêm instaladas.
Fuselagem - Inteiramente de balsa com reforços em lite-ply. A entelagem fideliza a escala e existe internamente bastante espaço para instalação dos servos e acessórios complementares. A carenagem do motor, fabricada em fibra de vidro muito resistente, é pintada e envernizada com poliuretano, conferindo-lhe um acabamento muito esmerado. A grande idéia do fabricante p/ preservar o acabamento desta carenagem é que vem incluso no kit uma cópia exata da mesma feita em policarbonato transparente, uma espécie de carenagem falsa, onde você pode efetuar todos os cortes do motor com segurança e, depois de ajustada, transferir estes cortes para a carenagem pintada, sem o risco de danificar a peça. Para fixação do motor, está incluído um montante ajustável que serve para toda a faixa de motores utilizada. Vale observar que as porcas de fixação do montante já estão instaladas na parede de fogo e você pode rotacionar a posição do mesmo de acordo com o motor a ser utilizado. O trem de pouso fixo convencional é de fácil instalação
Linkagens - De nova geração, as linkagens do Paulistinha são compostas por hastes metálicas que deslizam por tubos de polipropileno, facilitando muito esta etapa da montagem, pois os arames de comando já saem nos lugares certos. Para o profundor, existem um duplicador plástico de comando fazendo com que os arames que comandam o profundor direito e esquerdo tenha exatamente a mesma amplitude. Os servos de ailerons são do tipo embutidos por dentro da asa, privilegiando o visual escala e eliminando arrastos parasitas. Os arames de comando de vôo são fixados aos braços de servo através de strapers, sistema comprovadamente à prova de vibração e não solta em vôo
Acessórios - Rodas, canopy transparente, tanque de combustível com tampa de metal e guarnição de borracha, espuma para fixação do receptor e bateria, busto de piloto, link´s com eixos de metal, varetas rosqueadas, horns ajustáveis p/ todos os comandos e parafusos diversos já estão inclusos.
Este produto é indicado para usuários a partir de 14 anos
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Altos voos
quarta-feira, 28 de julho de 2010
AUTOMODELISMO
sábado, 10 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
Manobras e acrobacias para fazer com seu aeromodelo
Nunca tente fazer certas manobras acrobáticas com aviões em escala, militares ou treinadores. Cada modelo tem as suas características e limitações bem particulares. Contudo sempre há exceções. Mas usando o bom senso e conversando com os colegas de pista, já é um bom caminho para se tornar um bom piloto acrobata! Sem falar dos ótimos simuladores existentes na atualidade que estão aí para isso mesmo, embora não substituam o treino real com o aeromodelo, são capazes de nos dar bastante noção na hora da verdade! Ok?
Então aqui vão algumas manobras:
Looping
Essa é a mais tradicional das manobras. Faça um vôo alinhado em baixa altitude (uns 40 a 50 m) e com toda a potência do motor. Comece a cabrar lentamente até o aeromodelo transcrever um meio círculo e o mesmo ficar de dorso. Depois disso, reduza um pouco a potência (meio motor ou menos), mas continue cabrando até o aeromodelo terminar de traçar o círculo. A saída do looping deve ser na mesma altitude em que foi iniciado.
Roll
Nivele o aeromodelo e faça uma passagem sobre a pista, cabre um pouco e puxe o comando de aileron para o lado desejado. Depois nivele o avião. Observe que quanto mais lento é o roll mais o modelo tende a mergulhar o nariz. Mas você pode calçar o modelo com o profundor quando ele passar por invertido, bastando picar levemente. Assim não perde altura e o modelo se mantém nivelado após o roll. Procure sempre fazer rolls para ambos os lados a fim de não se criar vícios de pilotagem.
Roll quatro tempos
Em uma passagem em baixa altitude (primeiro tente a uma boa altura) sobre a pista, segure o comando de aileron para a esquerda e coloque o avião na faca. Segure por 2 a 3 segundos e coloque de dorso, segure por mais 2 a 3 segundos e coloque novamente de faca , segure por mais 2 a 3 segundos e nivele novamente. Sempre “calçando” o modelo em cada posição.
Curva Invertida
Essa é fácil! Coloque o modelo de dorso e inicie uma curva normalmente, só que para o “calce”, ao invés de cabrar, você terá que picar.
Looping de dorso
Este looping requer somente mais experiência com vôos de dorso e uma velocidade maior. Comece voando invertido e nivelado, aí então inicie a manobra dando motor e picando o modelo até ele transcrever meio círculo, reduza o motor pela metade quando ele estiver no topo do looping, continue picando até o aeromodelo completar o looping. Observe se o seu avião tem bom comando de dorso, se não tiver aconselhamos não fazer a manobra. Sempre termine um looping na altura em que foi iniciada a manobra, fica muito mais bonito!
Faca
Essa manobra vem a desafiar as leis de sustentação de uma aeronave, ao invés da asa fornecer a sustentação em vôo, é a potência do motor e a pequena superfície lateral do avião que fornecem toda a sustentação necessária. Em vista disto, essa não é uma man
Para a primeira tentativa suba até uma altura segura, à plena potência e em vôo horizontal realize um quarto de roll para a esquerda (no caso do exemplo), neutralize então o comando do aileron e seguidamente ponha o comando de leme para a direita, em quantidade suficiente para manter a sustentação e a altitude de início na manobra, devendo ser seguido um trajeto perfeito em linha reta durante a execução e com alterações feitas unicamente no eixo de rolagem. Os comandos a serem dados são sempre contrários, logo se o primeiro quarto de roll é feito para a direita, o leme deve ser aplicado para a esquerda, preservando sempre a relação de oposição na seqüência de realização dessa manobra. Para terminar a manobra, volta-se a usar o aileron, direcionando-o agora para a direita, em sentido oposto ao de início, e liberando ao mesmo tempo o comando de leme.
Looping de faca
A uma boa altura coloque o modelo em faca e a meio motor, com o leme todo defletido. Acelere tudo segurando todo o comando de leme. O modelo deverá descrever o círculo completo. Esta é uma manobra executada por poucos aviões, e para tal, é necessário um motor muito forte, pois o motor vai ter que segurar o modelo, "abaixar" a cauda, e fazer subir praticamente sem embalo, ou seja, o modelo dever ter uma relação peso/potência excelente além de ser acrobático e ter um leme de tamanho considerável e com boa deflexão.
Curva em Roll
Coloque o modelo em uma seqüência de rolls não muito rápidos e comece a picar ou cabrar conforme a posição do modelo para que ele possa fazer a curva. Para fazer a manobra com mais precisão, ajude com o leme. Essa manobra é muito difícil se realizada em sincronia com o leme, Mas fica muito bonita quando bem realizada.
Curva Chata
Esta manobra é pouco conhecida, pelo menos eu a vi pouquíssimas vezes sendo executada por alguém. Comece como em uma curva normal, incline o modelo e calce-o com o profundor. Depois disso vá aplicando leme ao contrário da curva e compensando o efeito de rolagem com os ailerons. O objetivo é fazer as voltas de modo que a asa de fora fique mais baixa em relação à asa de dentro da curva. Vá apertando a curva o máximo que puder.
Oito Cubano
Inicie a manobra como no looping. Quando o modelo chegar ao dorso, coloque-o em uma descida de 45º. Vire (ele estará de dorso, você terá que nivelá-lo) e cabre para repetir a manobra. Lembre-se sempre de diminuir o motor ou até mesmo deixa-lo na lenta quando coloca-lo em mergulho. Colocar um modelo a pleno motor num mergulho quase sempre transforma o nosso belo avião em kit novamente.
Hammerhead
A curva do martelo ou Hammerhead se faz da seguinte maneira: inicie a manobra com toda a potência e vá cabrando até o modelo subir em vertical por um breve tempo. Quando o motor não agüentar mais puxar o modelo e ele chegar à velocidade quase zero, dê todo o leme para o lado desejado e tire todo o motor (nessa hora dar um sopro de hélice no leme ajuda na virada). Deixe o profundor centralizado e o aileron levemente aplicado ao lado oposto do leme. Ele deverá descrever um giro ao redor de seu eixo vertical (que nesta hora deverá estar horizontal) e depois iniciar uma descida na vertical com motor na lenta. Você pode enfeitar a manobra fazendo um roll rápido no início do mergulho. Logo após nivele o modelo.
Loncevack
O loncevack segundo um amigo me contou, significa dor de cabeça em Tcheco, por causar essa sensação no piloto, elevando a pressão na parte superior do corpo e dando-lhe também a sensação de que será cuspido para fora da cabine. Mas para quem assiste é uma manobra muito bonita de se ver.
Vamos a ela: Com o motor a plena potência inicie uma subida, mantenha o avião em um angulo de aproximadamente 60 graus, continue até que a velocidade comece a baixar, nesse ponto, dê os comandos de leme e aileron em d
Snap-Roll
Consiste de um roll na horizontal, o qual é feito usando-se dos mesmos comandos do parafuso normal. Antes de tentar essa manobra certifique-se que o suporte de asa do seu avião seja bem resistente, pois essa é uma manobra um pouco brusca. Siga em vôo reto horizontal, reduza a potência para cerca de 20% do máximo, unicamente para não comprometer as estruturas de seu avião, sendo, que talvez isso não seja necessário. Nosso snap-roll será feito para direita. Dê todo aileron e leme para direita e cabre tudo. O avião fará um roll abrupto, jogando a cauda para fora e com certo desvio em sua trajetória.
Snap-Roll Negativo
Com o modelo nivelado e motor a plena, "cruze" os comandos de leme e aileron (aileron em sentido contrário do leme) e pique tudo. Depois nivele.
Avalanche
Comece como no looping, e quando o modelo chegar de dorso, de todo o aileron e todo o leme para o mesmo lado. Após algumas voltas nivele o avião.
Lolipop
Essa manobra, poucos a conhecem. Lolipop ou manobra do pirulito inicia-se tal como no hamerhead. Coloque o modelo na vertical e quando o modelo chegar próximo a velocidade zero, dê todo o leme para a esquerda e no exato momento do início do giro, cabre tudo ou pique tudo. O modelo descreverá ou looping horizontal no topo da subida. Não tire o motor durante a manobra, tire-o somente quando for mergulhar para recuperar o controle aí então é só nivelar o modelo.
Torque-Roll
Manobra mundialmente conhecida pelos aeromodelistas e inventada por Quique Somenzini que aliás a executa com grande precisão e habilidade. Consiste em parar o modelo na vertical o maior tempo possível. Em uma passagem a baixa altura com toda a potência, cabre até o modelo ficar em vertical, quando o modelo parar, segure no leme e profundor. Para se realizar essa manobra precisa-se de um avião de acrobacia com um motor de grande potência, para que a manobra seja executada com perfeição.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Assista: Automodelos Irados
terça-feira, 11 de maio de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Aeromodelo á jato
http://www.youtube.com/watch?v=CrSxMKfgVxU
sexta-feira, 26 de março de 2010
8IGHT-T 2.0 4WD 1/8 Truggy Race Roller
Para quem é fâ de rally,essa é a dica.
| Peso 5547 g |
Tipo: Truggy Race Roller Escala: 1/8 Comprimento: 560mm Largura: 415,9mm Distância entre eixos: 379 - 383mm Peso: 3,855 kg Chassi: Tuned Flex Technology (TFT) 2.0 Carroceria: bolha de policarbonato transparente Necessita para completar: - Motor .21 ou .28 - Mufla - Rádio 2 canais com servos High-Torque - Bateria para o receptor e carregador - Bateria de partida - Caixa de partida - Combustível - Almotolia para abastecimento - Tinta para policabornato. |
domingo, 14 de março de 2010
Moto e helicóptero movidos a controle remoto viram atração no Arenamix
A moto - que tem até um piloto (boneco) montado - tem um motor blushess, específico para competição, acelera, faz manobras, empina e encanta os expectadores. O “brinquedinho” custa US$ 800 e foi adquirido nos EUA, pelo motoqueiro Augusto, do Motoclube “Canibais do Asfalto”, de Bauru. “Viemos prestigiar o evento e mostrar estes brinquedinhos”, comenta o motoqueiro.
Ele explica que nos EUA existe uma categoria de Automodelismo, específica para motos movidas a controle remoto.
Outro “brinquedinho” de Augusto, que vem deixando as pessoas de boca aberta, é um helicóptero da marca Novaquatro, de
1,90 metros de comprimento, capaz de voar com um peso de até 15 quilos. A “máquina” está sendo usada para filmar e fotografar a etapa de Motocross de Três Lagoas. As imagens da filmadora acoplada ao helicóptero são retransmitidas para uma tela dentro de um carro. Para adquirir o equipamento é necessário desembolsar R$ 20 mil.
sábado, 16 de janeiro de 2010
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
ONDA STICK
Comprimento: 1150 mm
Envergadura: 1600 mm
Peso: 1.800 grs
Radio: 4 canais
Motor: 0.40 la
Perfil: assimetrico
Resistência: Graças às longarinas feitas de madeira, suas asas suportam as manobras mais radicais, como: Looping fechado, parafuso chato, etc... Sem a preocupação das asas se fecharem.
No corpo, onde é acondicionado os servos, receptor e baterias, a construção é feita de compensado leve resistente, proporcionando segurança para seu equipamento.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
B-25 MITCHELL ARF - BIMOTOR PARA .46
Descrição do Produto:
Introdução
Dia após dia, novos materiais e avançadas concepções construtivas são desenvolvidas na indústria e aplicadas aos mais diversos produtos e segmentos. Materiais mais leves e resistentes, aliados à modernidade de um processo de fabricação resultam em produtos mais avançados, com melhor rendimento. É assim que o B-25 MITCHELL ARF foi feito, aproveitando as melhores características de cada material e processo de fabricação com o objetivo de aproximar as características de vôo e aparência entre modelo e avião real.
O B-25 MITCHELL é um bombardeiro médio dos Estados Unidos, considerado um clássico da Segunda Guerra Mundial. Robusto e confiável, era muito apreciado pelas tripulações, sendo empregado com sucesso na África, Mediterrâneo e Itália. Diversos modelos incorporavam armamento adicional, como o B-25G, com canhão de 75 mm, para uso contra embarcações. A Triones conseguiu captar em todas as suas nuances as características mais marcantes deste modelo. Sua fuselagem é fabricada em balsa com cavernas e reforços em lite-ply, com diversas janelas para a instalação das torres de combate.
O B-25 Mitchell é uma interessante porta de entrada para os modelistas que desejam ingressar na categoria dos aeromodelos multi-motores, pois sua envergadura de 1800 mm permite que o modelo tenha um vôo estável e ao mesmo tempo aceita motores de baixa cilindrada, o que significa um menor investimento e um baixo consumo de combustível. Já para os amantes da motorização elétrica, este modelo é um forte candidato para tal, pois existe espaço suficiente para a instalação de todos os equipamentos elétricos.
Assim como no B-25 escala cheia, seu trem de pouso é do tipo triciclo e possui flaps operacionais para pousos e decolagens com velocidades reduzidas.
Composição do kit:
Todas as peças vêm embaladas individualmente de maneira que o atrito entre si não as danifiquem durante o transporte e armazenamento. Os acessórios e linkagens já estão inclusos no produto sendo composto por:
- Montante de motor ajustável
- Tanque de combustível
- Trens de pouso do tipo fixo
- Rodas e retentores
- Arames de comando diversos
- Parafusos de fixação diversos
- Horns ajustáveis e strapers
- Dobradiças para cianoacrilato
- Mesa de servos
- Pára-brisa e janelas já pintadas na tonalidade do avião.
A célula do B-25 Mitchell utiliza uma técnica mista de fabricação, tendo como principais componentes a madeira balsa, lite-ply, fibra de vidro e fibra de carbono.A fim de uma melhor noção sobre a utilização dos materiais e suas vantagens, segue abaixo um descritivo detalhado dos componentes separadamente:
Asas - São construídas com madeira balsa estrutural, proporcionando leveza, resistência e facilidade de reparos se eventualmente necessários. Todas as peças que compõe a asa são cortadas a laser, proporcionando um melhor ajuste entre si, resultando em alinhamentos perfeitos. Para fidelizar a escala e aumentar o rendimento da sustentação, os servos dos ailerons foram embutidos dentro da asa e posicionados lateralmente. A grande vantagem deste sistema de fixação é que apenas os braços de comando dos servos ficarão em contato com o fluxo de ar, gerando assim, menor arrasto parasita e, quanto menor o arrasto, melhor a eficiência de um aerofólio.
Profundor e Leme - O profundor é fabricado em madeira balsa do tipo inteiriço (uma peça única) com perfil aerodinâmico e a ele são fixados os lemes duplos de direção de balsa e entelados nos mesmos padrões da asa.
Fuselagem - Fabricada totalmente em balsa estrutural com cavernas internas de lite-ply e entelada com filme termo adesivo. As naceles dos motores são de fibra de vidro reforçadas com cavernas em lite-ply cujos espaços para instalação de tanque e servos já pré-cortados a laser. O espaço interno é suficiente para a instalação de todos os componentes do rádio. Para finalizar, vale a pena ressaltar o acabamento esmerado da pintura. Todos os pára-brisas e janelas são de tonalidade fumê transmitindo um visual mais agressivo, e suas armações metálicas simuladas são pintadas nos mesmos padrões de cores da fuselagem.
Características técnicas:
- Categoria: Escala multi-motores para pilotos de nível intermediário
- Envergadura: 1800 mm
- Área de asa: 788sq in / 54 sq dm
- Comprimento: 1480 mm
- Peso em ordem de vôo: 4200gr.
- Sistema de rádio requerido: Mínimo de 4 canais e 11 servos (9 standard e 2 micro servos)
- Faixa de motores requerida: . 46 pol. para motores 2 tempos ou .70 para motores 4 tempos.
- Trem de pouso triciclo tipo fixo.
- Flaps retráteis operacionais
Materiais requeridos para complementar montagem e vôo
- Rádio Hitec Optic 6 computadorizado com receptor FM ou PCM
- 11 servos HS-325 HB ou equivalente standard com rolamementos
- 8 extensões de servo de 24 pol.
- 2 extensões de servo de 36 pol.
- 6 extensões de servo tipo Y.
- chave liga desliga para receptor
- Bateria de receptor 4,8V/2000mah
- 2 motores tipo glow .46 a .56 2 tempos ou .52 a .70 4 tempos.
- 2 spinners de 2 1/2 polegadas em alumínio ou nylon
- 2 metros de tubo de silicone para conexões de tanque e motor
- 1 cola epóxi 3 horas
- 1 cola epóxi 30 minutos
- 1 cola cianoacrilato média viscosidade
- 1 cola cianoacrilato baixa viscosidade
Materiais complementares para montagem na versão elétrica:
- 02 motores brushless outrunner EMAX 2826-06
- 02 controladores de velocidade EMAX ESC 60A
- 02 Baterias de LIPO 4S 4000mah
- 02 HÉLICES JXFB 11 X 6 Madeira (esportiva)
- 02 conectores tipo Deans